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limbos verdes

limbos verdes

18 Mar, 2021

*trees

entre a cidade e o campo

Algumas árvores - jacarandás, sobreiros, cercis, choupos,... -  que marcaram presença  ao longo dos anos e foram resgatando a  minha atenção, em diversos locais: Lisboa, Almada, Torres Vedras, aqui no terreno, entre outros.
  Temos tido várias semanas de chuva. Se andarmos atentos debaixo das copas das árvores,  percebemos que a vida cresce por todo o lado, de diversas formas, com tanta humidade. Não sendo exaustivo, aqui fica um apanhado da vegetação que tem crescido nos locais sombrios e húmidos, por aqui.  Polypodium vulgare - feto doce - surge nas zonas sombrias: fendas das rochas, troncos das árvores, muitas vezes com musgo à volta. A sua família-Polypodiaceae- vem do período Cretáceo. Hydrocoty (...)
  ' Chega então o momento de parar e suspender todas as actividades. Um dos motivos é a água, que tem de estar no estado líquido para que a árvore possa trabalhar. Se o seu 'sangue' congela, então não há nada para ninguém. (...)  Mas porque motivo, ao longo da evolução, não desenvolveram estas espécies [caducifólias] um revestimento mais grosso, bem como meios de proteção contra o gelo? Será que faz realmente sentido formar anualmente até um milhão de folhas novas (...)
  " Portanto, parece difícil definir uma planta como "um indivíduo". Tanto que já no final do século XVIII começou a circular a ideia de que as plantas- em particular as árvores- poderiam ser consideradas verdadeiras colónias, compostas de unidades arquitectónicas reiteradas. Em 1790, Johann Wolfgang von Goethe[1749-1832], um botânico brilhante e também um erudito, escreveu: "Os ramos laterais que se originam dos nós de uma planta podem ser considerados plantas jovens (...)